sábado, 31 de julho de 2010

Os três ministérios da Igreja

Deus chama Seu povo a uma consciência dos três níveis de ministério



Nosso ponto de partida na reflexão bíblica acerca dos três ministérios da igreja começa em Atos 13, com a igreja em Antioquia: Ora, na igreja em Antioquia havia profetas e mestres, a saber: Barnabé, Simeão, chamado Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes o tetrarca, e Saulo. Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, depois que jejuaram, oraram e lhes impuseram as mãos, os despediram. Estes, pois, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre. (At 13.1-4.)







Vemos nesta passagem três níveis distintos de ministério sendo exercido pelos irmãos da igreja em Antioquia. Observe o que eles faziam:







1) Ministravam ao Senhor.



2) Ministravam uns aos outros (o que vemos na ministração profética).



3) Ministravam aos perdidos (o que vemos na viagem missionária).







A maioria dos crentes em Jesus foi treinada desde o início de sua conversão a colocar o evangelismo (ministério ao mundo) como a prioridade número um da igreja. Ouvimos que esta é a primeira tarefa da Igreja, que todos os esforços, sacrifício e dedicação devem se dirigir a este ministério. Mas o que encontramos na igreja em Antioquia, é este tipo de ministério vindo depois de outros dois. E o que quero expor neste capítulo, é que esta é a ordem bíblica dos ministérios da Igreja. Veremos o ministério aos perdidos aparecendo depois dos dois primeiros não por não ter importância, mas pelo fato de que se torna mais eficaz quando vêm como uma conseqüência dos demais.







Cada crente isoladamente, bem como a Igreja coletivamente, deve entender que não há nada mais importante do que ministrar ao Senhor. Fomos criados para isto, para ter comunhão com Deus! É certo que o problema do pecado, com a queda de Adão, atrapalhou isto, mas este era o propósito desde o início. E a salvação oferecida pelo Pai Celeste não é um fim em si mesma, mas a maneira de nos devolver ao propósito primário da comunhão e intimidade consigo mesmo.







A obra da cruz visa reconciliar o homem com Deus para que este possa ministrar ao Senhor. O evangelismo é o meio de trazer o homem para Deus, e devemos realizá-lo. Mas a adoração que este homem (agora convertido) oferece a Deus é o verdadeiro propósito de tudo.







Temos invertido nossas prioridades! Só porque o evangelismo seja o ponto de partida ao lidarmos com o perdido, não quer dizer que seja tudo, ou que tenha um fim em si mesmo, mas é a forma de reaproximar o homem e Deus. Mas o relacionamento entre ambos está acima do evangelismo em si.







Observe isto no ensino de Jesus: Aproximou-se dele um dos escribas que o ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? Respondeu-lhe Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses. (Mc 12.30,31.)



Toda a lei se resume em dois mandamentos:







1) Amar a Deus.



2) Amar aos homens.







Podemos destacar aqui o amor vertical (do homem para com Deus) que vem primeiro, antes de qualquer outra coisa em nossas vidas. Depois, vemos o amor horizontal (para com os homens) aparecendo. De modo semelhante podemos afirmar que o ministério ao Senhor vem antes do ministério aos homens.







Mas também vemos neste texto que o ministério aos homens se subdivide em outros dois: ao teu próximo como a ti mesmo. O amor que expressamos para outros está relacionado ao amor que expressamos para nós mesmos. Quem não se ama não irá amar aos outros! E de modo semelhante, o ministério aos homens também se subdivide em dois: aos de dentro e aos de fora:







1) Ministério aos santos.



2) Ministério ao mundo.







A princípio, foi um choque para mim, tentar colocar o crente na frente do não-crente em nossas prioridades ministeriais. Acho que isto é algo semelhante ao sentimento que temos nas instruções de segurança antes da decolagem dos aviões; quando a aeromoça explica que em caso de despressurização da aeronave, máscaras cairão sobre os assentos e que devemos primeiro colocá-las em nós mesmos para depois colocá-las nas crianças, parece injusto. A primeira impressão que temos é a de que devemos mais atenção às crianças do que a nós mesmos, mas o fato é que se não estivermos em boas condições para continuarmos ajudando, as próprias crianças perderão com isto!







Há textos bíblicos que são muito claros em colocar o crente na frente do não-crente na prioridade de ministério: Então, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé. (Gl 6.10.) Este versículo está nos dizendo que primeiro se deve fazer o bem aos que são da família da fé, para depois fazermos o bem aos não-convertidos. Esta é a regra.







Já percebi na minha própria vida e na de muitos outros a quem conheço uma verdade: quando temos algum problema com os irmãos, seja por feridas ou desentendimentos, nossa produtividade no Reino sofre uma queda considerável. Não nos sentimos animados em trazer pessoas novas para um ambiente que estamos considerando hostil. É por isso que primeiro precisamos ministrar a nós mesmos para depois ministrarmos aos de fora.







Alguns cristãos não concordam com esta idéia sob hipótese alguma. Parecem reconhecer como amados de Deus somente os perdidos; mas ninguém deixa de ser amado por Deus porque já se converteu! Esta pessoa ainda precisa de nosso cuidado e, em nossas escala de prioridades, deverá estar à frente daquela que ainda não se converteu. Nossa desatenção e desamor aos novos-convertidos podem pôr todo trabalho anterior a perder; é por isso que Paulo escreveu: Não faças perecer [...] aquele por quem Cristo morreu (Rm 14.15).







Uma igreja que não se ama a ponto de ministrar aos seus, não expressará amor genuíno aos de fora! Pode até mostrar produtividade e capacidade de alcançar metas, mas da mesma forma que com o amor ao próximo, o ministério também começa pelo lado de dentro.







Esta é uma ordem que Deus mesmo estabeleceu. Ele, em primeiro lugar, e os santos em segundo. O ministério aos perdidos não é, necessariamente, o último, e sim a conseqüência dos dois primeiros ministérios sendo bem exercidos.







Tenho observado que toda igreja que tem os dois primeiros ministérios como ênfase, não encontram dificuldades para ter resultados no exercício do ministério aos perdidos. Porém, muitos que tentam começar (ou mesmo se limitar) no ministério aos perdidos acabam não sendo tão bem-sucedidos quanto àqueles que agem de modo correto.







Este é um princípio bíblico, de modo que esta figura pode ser encontrada até mesmo nos textos do Velho Testamento: No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a toda terra está cheia da sua glória. E as bases dos limiares moveram-se à voz do que clamava, e a casa se enchia de fumaça. (Is 6.1-5.) Nesta visão de Isaías encontramos em ordem progressiva os três ministérios:







1) Ministério ao Senhor (visto na adoração dos serafins).



2) Ministério aos santos (visto na edificação pessoal de Isaías – o toque da brasa).



3) Ministério ao mundo (visto no apelo que Deus faz e ao qual o profeta responde).







Deus, em sua soberania, deixou ilustrações destas três expressões de ministérios em toda a Escritura. Veja, por exemplo, o que aconteceu no dia de Pentecostes:







1) Os discípulos estavam no Cenáculo orando (At 1.14) – o que é uma expressão de ministério ao Senhor.



2) Então Deus corresponde e ministra aos santos o enchimento do Espírito Santo (At 2.1-4).



3) E a conseqüência final é que milhares foram salvos – o exercício do ministério ao mundo (At 2.37-41).



No ministério ao Senhor, a oração, juntamente com a adoração, vem sempre em primeiro lugar. No entanto, quantas vezes ouvi dizer que o período de louvor era meramente a "preparação para a palavra"! Mesmo sendo alguém que divulga a Palavra de Deus,  reconheço que isto está classificado na segunda expressão de ministério (aos santos – quando os ensinamos) ou mesma na terceira (aos incrédulos – quando os evangelizamos). Porém, a adoração vem em primeiro lugar. E não visa preparar o coração de ninguém, e sim ministrar ao coração de Deus. Igrejas adoradoras provarão mais do poder de Deus do que qualquer outra, pois quando nos achegamos a Deus, Ele também se achega a nós (Tg 4.8).







E a oração também deve ser assim destacada: Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graça por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, em toda piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso salvador, o qual deseja que todos se salvem e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. (1Tm 2.1-4.)







Quando Paulo escreve a Timóteo, manda que antes de tudo (clara indicação de prioridade) se faça a prática de orações; isto fala de ministério ao Senhor. O resultado disto fará com que os santos sejam ministrados por Deus com uma vida mansa e tranqüila, e os ajudará a cumprir sua grande comissão: ...o qual deseja que todos se salvem.







Muitas vezes programamos todo o culto com a preocupação de atingir o não-crente, e acredito que devemos pensar neles e que certas práticas nossas que fazem sentido quando estamos somente entre cristãos não devam ser usadas quando temos não-crentes nos visitando numa reunião (como o falar em línguas, por exemplo – 1Co 14.23). Contudo, nossa ênfase da reunião semanal precisa ser voltada para o ministério ao Senhor e não somente para os perdidos.







Deus está chamando Seu povo a uma clara consciência destes três níveis de ministério. Portanto, devemos reorganizar nossas práticas e valores, ajustando-nos ao modelo bíblico.






"VIVA CADA MOMENTO, POIS ELE É UNICO." RIA, SORRIA, A VIDA É COMO UMA DANÇA... TEM UM COMEÇO, MEIO E FIM!

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Uma severa advertência de Deus

Sendo nosso Pai, Deus também nos corrige!



(Ageu 1:2-14)





O livro foi escrito em 520 a.C, 70 anos após o cativeiro na Babilônia, os judeus regressaram sob a política de Ciro que encorajava seu retorno, em cumprimento de uma profecia (Jeremias 25:11,12 e Daniel 9:2).



Houve grande oposição por parte de seus vizinhos os samaritanos que fizeram de tudo para impedir o trabalho. Estas perseguições resultaram na suspensão da construção por 14 anos. Mas isto era parte do problema. De um lado a perseguição e oposição, mas de outro, a indiferença do povo, que tinha voltado para reconstruir a casa de Deus e acabaram voltando-se para si próprios. Porém, isto não se mostrou muito rendoso. Deus então lhes dá:



1) Uma severa admoestação (2-4)



Deus os repreende por sua indiferença no trabalho dEle. Qual foi a causa? Seu egoísmo, eles pensavam somente em seus bens, e em sua própria situação, e a casa e a honra de Deus não lhes importava.



Você tem feito para Deus o tanto que faz para si mesmo? Você está assustado, tem andado derrotado. Por que não investir na obra de Deus?



2) Deus mostra as conseqüências e os convoca a reflexão (5-6,9)



Valeu a pena? Tiveram benefícios? Seca, má colheita, problemas financeiros, aonde vocês irão chegar?



Ele lhes diz: Reflitam e pensem. Vocês tiveram beneficio? Deus pode abençoá-los? Será que vocês podem enriquecer as custas de Deus? É Ele quem dá saúde, trabalho, faz a terra produzir, você tem feito para Deus o tanto que faz para si mesmo? Você está assustado, tem andado derrotado, as colheitas têm desapontado, estão se consumindo de tanto trabalhar e nada têm? Nada parece suficiente? Nem roupa, nem alimento, nem bebida? O salário é tão pequeno que desaparece diante das necessidades. Lembre-se quando Deus é esquecido, todo trabalho é sem lucro (Mateus 6:33). Então, por que não investir na obra de Deus?



3) A ordem de Deus para agir (7,8)



Pensem onde irão chegar, se continuarem a agir assim. Ponham-se a trabalhar imediatamente. Assim vocês obterão o agrado de Deus e novas bênçãos. É Ele quem dá saúde, trabalho, faz a terra produzir, o dinheiro render, alegria, paz (Salmo 127.1-2). Eles sabiam disto, porém se esqueceram.



Por isto Deus ordena, trabalhem, tenha Deus como prioridade em sua vida e Ele lhe dará grandes bênçãos. A prosperidade econômica está ligada a obediência espiritual. Nada glorifica mais a Deus que a obediência e a disposição (I Samuel 15:22 e Mateus 15.7). O tempo é já.



· O povo avaliou a mensagem e aceitou-a, começou a trabalhar.



· Deus exige exclusividade em nossas vidas. Quem não coloca Deus e sua causa em primeiro lugar sofre muitos danos.



· E você meu amigo, que lugar tem ocupado Deus e sua causa na sua vida.



· Nenhum profeta apareceu em momento mais critico da história do povo, e ninguém teve mais êxito. Ele foi um dos profetas mais bem sucedidos.


Fonte: http://igrejaassembleiadedeus.org/estudo
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

A crise das Dúvidas

A Crise das Dúvidas

Creia somente nesse amor enorme que Deus tem por você!!!!

"E João, ouvindo no cárcere falar dos feitos de Cristo, enviou dois dos seus discípulos a dizer-lhe: És tu aquele que havia de vir, ou havemos de esperar outro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Ide e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho." (Mateus 11.2-5).



João Batista foi o maior dentre os nascidos de mulher. Quem fez essa declaração foi o próprio Jesus. Contudo, o texto parece indicar que o grande João duvidou de Cristo. Isso aconteceu quando ele estava preso, aguardando sua execução. Imagine-se no lugar de João Batista. Ele havia anunciado publicamente que Jesus era o Salvador. Agora, estava preso, condenado à morte, e Jesus não tomou nenhuma providência para libertá-lo. Daí surgiu a dúvida. Será que esse Jesus é mesmo o Messias prometido? Por quê então ele não me tira desta prisão?



Quando estamos passando por problemas graves e não somos atendidos pelo Senhor, muitas vezes começamos a duvidar da sua palavra ou do seu amor para conosco. De acordo com o nosso pequeno entendimento, achamos que Deus deveria agir em nosso favor desta ou daquela maneira. Porém, ele tem os seus propósitos e, em muitas situações, nem chegamos a conhecê-los ou entendê-los plenamente.



Talvez você esteja questionando como Gideão: "Se o Senhor é conosco, por quê tudo isso nos sobreveio?" (Juízes 6.13). Se o Senhor me ama, por quê ele não me deu isso ou aquilo? Se o Senhor está comigo, por quê ele não me livrou desse ou daquele problema? Algumas perguntas nunca terão respostas. Observe que Jesus não respondeu à pergunta de João Batista, assim como o Anjo do Senhor não respondeu à pergunta de Gideão.



O recado que Jesus mandou para João era que muitos milagres estavam acontecendo. Jesus não libertou João, mas estava curando enfermos, ressuscitando mortos e anunciando o evangelho. Saiba o seguinte: o propósito de Deus está sendo executado. Isso é o que importa. Que seja feita a vontade dele e não a nossa. Ele é o Senhor. Nós somos apenas servos. Deus tem um plano soberano e esse plano está em plena execução. Ele não está a serviço dos nossos interesses individuais, embora possa fazer todas as coisas.



Podemos clamar para que o Senhor nos livre e nos dê o que precisamos. Entretanto, devemos continuar a servi-lo ainda que ele não nos livre (Daniel 3.17-18). Se ele não nos atender em alguma situação, é porque tem um propósito nisso. Já pensou se Deus atendesse todas as nossas orações? Não seríamos mais tentados. Não seríamos mais provados. Não teríamos nenhum tipo de problema na vida. Aliás, não precisaríamos nem ir para o céu, porque aqui já seria um lugar celestial, com direito a coral de anjos e tudo mais. Por outro lado, não teríamos o crescimento espiritual nem a maturidade que as tribulações produzem. As dúvidas surgem quando nossas expectativas em relação ao cristianismo não se concretizam. Porém, muitas vezes essas expectativas estão erradas. O propósito do evangelho é a salvação das almas.



Chegará o dia quando nossos problemas terminarão. Por enquanto, convém lembrar o que Jesus disse: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo." Sabemos, porém, que muitas vezes o Senhor nos atende, nos livra e nos proporciona momentos de refrigério para as nossas almas.

Fonte:http://igrejaassembleiadedeus.org/estudo.asp?id=117

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

A esperança do crente Segundo a Biblia!

Sl 33.18,19 "Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia, para livrar a sua alma da morte e para os conservar vivos na fome"





A ESPERANÇA BÍBLICA DO CRENTE

A esperança, pela sua própria natureza, diz respeito ao futuro (cf. Rm 8.24,25). Porém, ela abrange muito mais do que uma simples vontade ou anseio por algo futuro. Esta esperança consiste numa certeza na alma, i.e., uma firme confiança sobre as coisas futuras, porque tais coisas decorrem da revelação e das promessas de Deus. Noutras palavras, a esperança bíblica do crente está intimamente vinculada a uma fé firme (Rm 15.13; Hb 11.1) e a uma sólida confiança em Deus (Sl 33.21,22). O salmista expressa claramente este fato mediante um paralelo entre "confiança" e "esperança": "Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação.



Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio e cuja esperança está posta no SENHOR, seu Deus" (Sl 146.3,5; cf. Jr 17.7). Por conseguinte, a esperança firme do crente é uma esperança que "não traz confusão" (Rm 5.5; cf. Sl 22.4,5; Is 49.23); a esperança, portanto, é uma âncora para o crente através da vida (Hb 6.19,20).





A BASE DA ESPERANÇA DO CRENTE

O alicerce da esperança segura do crente procede da natureza de Deus, de Jesus Cristo e da Palavra de Deus.



(1) As Escrituras revelam como Deus sempre foi fiel, no passado, ao seu povo. O Salmo 22, por exemplo, revela a luta de Davi numa situação pessoal crítica, que ameaça a sua vida. Todavia, ao meditar nos feitos de Deus no passado ele confia que Deus o livrará: "Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste" (22.4). O poder maravilhoso que o Deus Criador já manifestou em favor do seu povo está exemplificado no êxodo, na conquista de Canaã, nos milagres de Jesus e dos apóstolos, e em casos semelhantes, os quais edificam a nossa confiança no Senhor como nosso Ajudador (cf. 105; 124.8; Hb 13.6; ver Êx 6.7 nota). Por outro lado, aqueles que não conhecem a Deus não têm em que se firmar para terem esperança (Ef 2.12; 1Ts 4.13).



(2) A plenitude da revelação do novo concerto em Jesus Cristo acresce mais uma razão para a esperança inabalável em Deus.

Para o crente, o Filho de Deus veio para destruir as obras do diabo (1Jo 3.8), que é o "deus deste século" (2Co 4.4; cf. Gl 1.4;

Hb 2.14; ver 1Jo 5.19 nota; ver o estudo O SOFRIMENTO DOS JUSTOS). Jesus, ao expulsar demônios durante o seu ministério terreno, demonstrou seu poder sobre Satanás (ver o estudo PODER SOBRE SATANÁS E OS DEMÔNIOS). Além disso, pela sua morte e ressurreição, Ele esmagou o poder de Satanás (cf. Jo 12.31) e demonstrou o poder do reino de Deus (ver o estudo O REINO DE DEUS). Não é de se estranhar, portanto, o que Pedro exclama a respeito da nossa esperança: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos" (1Pe 1.3). Jesus é, pois, chamado nossa esperança (Cl 1.27; 1Tm 1.1); devemos depositar nEle a nossa esperança, mediante o poder do Espírito Santo (Rm 15.12,13; cf. 1Pe 1.13; ver Êx 17.11 nota). (3) A Palavra de Deus é a terceira base da esperança. Deus revelou sua Palavra através dos profetas e apóstolos no passado; Ele os inspirou pelo Espírito Santo para escreverem isentos de erros (2Tm 3.16; 2Pe 1.19-21; ver o estudo A INSPIRAÇÃO E A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS). Pelo fato de que sua eterna Palavra permanece firme nos céus (Sl 119.89), podemos depositar nossa esperança nessa Palavra (Sl 119.49, 74, 81, 114, 147; 130.5; cf. At 26.6; Rm 15.4). De fato, tudo quanto sabemos a respeito de Deus e de Jesus Cristo vem da revelação infalível das Sagradas Escrituras.





A SUMA ESPERANÇA DO CRENTE

A suprema esperança e confiança do crente não deve estar em seres humanos (Sl 33.16,17; 147.10,11), nem em bens materiais, nem em dinheiro (Sl 20.7; Mt 6.19-21; Lc 12.13-21; 1Tm 6.17; ver Nm 18.20 nota; ver o estudo RIQUEZA E POBREZA), antes deve estar em Deus, no seu Filho Jesus e na sua Palavra. E em que consiste esta esperança?





(1) Temos esperança na graça de Deus e no livramento que Ele nos oferece, nas tribulações desta vida presente (Sl 33.18,19; 42.1-5; 71.1-5,13-14; Jr 17.17,18).



(2) Temos esperança de que chegará o dia em que nossas tribulações cessarão aqui na terra, quando esta não estará mais sujeita à corrupção, e terá lugar a redenção (ressurreição) do nosso corpo (Rm 8.18-25; cf. Sl 16.9,10; 2Pe 3.12; ver At 24.15 nota; ver o estudo A RESSURREIÇÃO DO CORPO).





(3) Temos esperança da consumação da nossa salvação (1Ts 5.8; ver o estudo TERMOS BÍBLICOS PARA SALVAÇÃO).





(4) Temos a esperança de uma casa eterna nos novos céus (2Co 5.1-5; 2Pe 3.13; ver Jo 14.2 nota), naquela cidade cujo arquiteto e edificador é Deus (Hb 11.10).





(5) Temos a bendita esperança da vinda gloriosa do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo (Tt 2.13), quando, então, os crentes serão arrebatados da terra, para o encontro com Ele nos ares (1Ts 4.13-18; ver o estudo O ARREBATAMENTO DA IGREJA), e, quando, então, nós o veremos como Ele é e nos tornaremos semelhantes a Ele (Fp 3.20,21; 1Jo 3.2,3).





(6) Temos a esperança de receber a coroa da justiça (2Tm 4.8), de glória (1Pe 5.4) e da vida (Ap 2.10). Finalmente, temos a esperança da vida eterna (Tt 1.2; 3.7); da vida garantida a todos que confiam no Senhor Jesus Cristo e o obedecem (Jo 3.16,36; 6.47; 1Jo 5.11-13).Com promessas tão grandes reservadas àqueles que esperam em Deus e no seu Filho Jesus, Pedro nos conclama: "estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós" (1Pe 3.15).
 
 
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Vivendo a Vida em um Nível Totalmente Novo

Foi-nos dado um tremendo presente, a liberdade de escolha.E para cada escolha que fazemos podemos esperar uma conseqüência certa. Creio que há três escolhas principais que estão sempre diante de nós: a escolha de ser preguiçosa, a escolha de ser medíocre e a escolha de ser excelente.Enquanto grande parte da humanidade está presa na “mira da mediocridade”, aqueles que adotam uma caminhada de excelência encontram as recompensas reais. Eles vivem em um nível totalmente novo,experimentando a verdadeira realização e a satisfação que muitos outros perderam.A fim de cultivar o desejo de chegar até mais alto e ser o melhor que podemos ser, precisamos ter um entendimento claro das diferenças entre ser preguiçoso, ser medíocre e ser excelente. Embora não possamos nos encaixar inteiramente na categoria de preguiçosos ou medíocres, creio que temos espaço para melhorar.Sair do nível mais baixo de preguiça Das três escolhas, preguiçoso é a mais destrutiva. O livro de Provérbios tem muito a dizer sobre o homem preguiçoso. Provérbios 24:30-31 diz: Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento; e, vendo, eis que tudo estava cheio de espinhos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras em ruínas. Essa descrição me faz lembrar muitas casas abandonadas que já vi. As janelas eram fechadas com tábuas, a grama não estava cortada e havia lixo em todo o jardim em cada lugar havia bagunça. É uma cena lamentável de se ver, mas é um exemplo perfeito do fruto da preguiça. Um homem preguiçoso faz somente o que se sente bem em fazer, o que é geralmente nada. Ele quer que tudo seja fácil. Como resultado, ele acaba vivendo uma vida infeliz e geralmente cheia de ciúme, inveja e ressentimento. Ele é normalmente desatencioso, não planeja o futuro e falha em tomar conta das coisas. Cedo ou tarde, ele perde até o controle financeiro ao lidar com as despesas de seus filhos.







Dizem as Escrituras: ... um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado. (Provérbios 24:33-34) Mesmo que a maioria de nós não se encaixe inteiramente nessa categoria, creio que há certas áreas de nossa vida nas quais podemos ter uma atitude preguiçosa somos passivos ao invés de ativos ao lidarmos com as coisas. Por um instante, podemos desejar ter um pastor com pregações poderosas, mas não estamos dispostos a fazer o esforço para orar por ele. Podemos desejar ter um governo melhor, mas não tiramos tempo para nos informarmos sobre as questões e votar. Ou podemos desejar ter vitória acima da tentação, assim como sobre a fofoca, a preocupação e o medo, mas não estamos dispostos a resistir a elas falando a palavra de Deus. Em outras palavras, reconhecemos que há um problema, mas não estamos dispostos a nos comprometermos e nos esforçarmos para solucioná-lo.



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